Archive for the ‘2. Poupar electricidade’ Category

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Desliga os carregadores da tomada

27/02/2010

O carregador que continua na tomada depois do telemóvel/computador/máquina fotográfica/PDA estar carregado continua a consumir energia. Podes comprovar isso tocando no carregador e vendo que está um pouco quente.

Mal vejas que está carregado, tira o carregador da tomada.
Se tiveres dificuldade em lembrar-te disso, há outro plano que também resulta bem: liga sempre o carregador a fichas/extensões com interruptor; quando sais de casa, assegura-te que essas fichas/extensões estão todas desligadas.

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Troca o frigorífico por um de classe A/A+

27/02/2010

O frigorífico é o electrodoméstico que mais energia consome (22%), pelo que na compra de um novo escolhe os de classe A ou A+. Consome menos, poupa mais.

Mesmo que o teu frigorífico actual funcione bem (mas seja de classe inferior), pondera a troca por um mais eficiente. Faz as contas: em pouco tempo a poupança na conta da luz compensará o custo da troca.
Não deixes o frigorífico antigo em qualquer lado: contacta os serviços de recolha de electrodomésticos do ceu concelho para o recolherem e tratarem/reciclarem correctamente.

fonte: Quercus

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Apaga a luz

27/02/2010

Se saíres de uma divisão, mesmo que por pouco tempo, apaga sempre a luz. Não custa nada.

Dentro da divisão em que estás, acende apenas as luzes necessárias. Se estás a trabalhar numa mesa usa um candeeiro em vez da luz do tecto para iluminar o que lês.

Dez a 15 por cento do consumo total de electricidade de uma casa deve-se à iluminação.

fonte: Quercus

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Cuidados de Inverno

27/02/2010

No Inverno:
– veste mais camisolas dentro de casa,
– baixa os termostatos do aquecedores
– fecha as portas das divisórias para não desperdiçares calor a aquecer corredores e outros espaços desnecessários.
– durante o dia, quando o sol bate nas janelas, abre as portadas/persianas/cortinas; quando o sol se põe fecha as portadas/persianas para não perderes o calor acumulado na casa.

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Troca as lâmpadas antigas por lâmpadas economizadoras – já!

26/02/2010

Hoje existem novas lâmpadas economizadoras que gastam apenas 20% que uma lâmpada incandescente.
Ou seja, 5 vezes menos consumo!

Possivelmente pensas que já tens lâmpadas economizadoras lá em casa, mas porque não conferires em poucos minutos se todas as lâmpadas são mesmo economizadoras?
É simples: qualquer lâmpada incandescente com potência superior a 20W é muito provavelmente uma lâmpada antiga e deve ser trocada já hoje por uma economizadora.

A poupança que podes ter ao fim do mês trocando lâmpadas antigas pode ser bastante. Se queres ter uma ideia, usa a seguinte fórmula (aproximada):
– Soma a potência de todas as lâmpadas incandescentes que encontrares lá em casa.
Por cada 100W de lâmpadas incandescentes, trocar essas lâmpadas por economizadoras equivalentes poupa-te cerca de 80 cêntimos por mês.
[Assumindo que as lâmpadas ficam em média 3h ligadas por dia.]
Em muitas casas isto pode significar uma poupança de 10% ou 20% na conta da luz. Ou seja, ter este objectivo garantido sem esforço!

Como é em tua casa? Gasta uns minutos e dá a volta às divisórias da casa à procura de lãmpadas antigas e faz as contas.
Conta-nos como correu a tua experiência, deixando um comentário.

Há alguns mitos à volta das lâmpadas economizadoras. Por exemplo:

Mito 1: As lâmpadas economizadoras são demasiado caras.
De facto, parecem mais caras quando olhas para o seu preço numa loja (costumam custar de 5€ para cima). No entanto, é fácil fazer as contas e mostrar que optar por uma economizadora poupar-te-á mais de 50€ (quando comparado com o custo de optar pela incandescente). Vê uma explicação detalhada aqui.
A explicação é o facto das lâmpadas economizadoras terem um tempo de vida 6x mais longo que as incandescentes e o facto de durante esse tempo a economizadora gastar 5x menos que uma incandescente.

Mito 2: Não é bom para o ambiente deitar lâmpadas que ainda funcionam no lixo, por muito pouco eficientes que sejam, logo vou esperar uns anos até as minhas lâmpadas incandescentes fundirem para finalmente comprar economizadoras.

De facto não parece muito ecológico deitar lâmpadas que ainda funcionam para o lixo, mas a energia que as lâmpadas incandescentes gastam é tanta que é
consensual que a opção mais acertada é trocá-las já por lâmpadas economizadoras.
Talvez queiras guardar um par de lâmpadas antigas para emergências, as restantes entrega-as num ponto de recolha.

Mito 3: As lâmpadas economizadoras têm uma luz tremida e levam eternidades a acender.
Nos velhos tempos isto era verdade, sim. No entanto, os modelos novos que encontrarás hoje nas lojas e supermercados ligam-se imediatamente, chegam à luminosidade máxima em poucos segundos e não tremem. Experimenta por ti e terás uma boa surpresa.

Mito 4: Lâmpadas economizadoras são feias.
Hoje já as encontras em várias formas, incluindo a forma das lâmpadas incandescentes antigas, para além de outras formas originais e estilas.

Mito 5: Lâmpadas economizadoras contêm mercúrio, que é mau para a saúde e para o ambiente.
Isso só é verdade se a lâmpada for colocada directamente no lixo. Se entregue num ponto de recolha de lâmpadas, esse mercúrio pode ser tratado correctamente e mesmo reciclado.
(Já agora, alguns argumentam que mais mercúrio é lançado para a atmosfera pelas lâmpadas incandescentes, devido ao carvão queimado em centrais térmicas para produzir a energia adicional que elas consomem.)

Mito 6: As lâmpadas economizadoras não se podem usar com interruptores contínuos (dimmers).
Isto só é verdade para alguns modelos. Podes encontrar lâmpadas incandescentes que são compatíveis com dimmers. São um pouco mais caras.

Para concluir: para além de lâmpadas incandescentes, também outros tipos de lâmpadas têm alternativas mais economizadoras. Informa-te, por exemplo aqui.

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Desligar o standby

25/02/2010

Instala fichas ou extensões com interruptor para anular consumos “stand-by”, para não consumires electricidade quando não estás em casa.

Muitos equipamentos lá de casa parecem desligados, mas estão apenas em modo stand-by. Ou seja, continuam a consumir uma pequena fracção de electricidade quando nós na verdade não precisamos deles.
Em geral, tudo o que se desligue por um comando remoto e/ou mantenha alguma luz/indicador/ecrã/relógio aceso está em stand-by.

Normalmente o consumo em stand-by é baixo: muito poucos Watts, o que parece desprezável quando comparado com os kilowatts de um aquecedor ou de um forno. No entanto, os equipamentos ficam permanentemente em stand-by. Dia e noite, dias úteis como fim de semana, quer tu estejas em casa quer estejas fora por alguns dias ou mesmo semanas, em horas de ponta e em horas de vazio (caso tenham tarifário bi-horário).
Somando as muitas pequenas migalhas que são estas horas todas de stand-by, o impacto na conta pode ser surpreendentemente alto e chegar aos 5%, 10% ou mesmo 20% da conta mensal!

Isto quer dizer que, apenas controlando o stand-by, muitos de nós teriam o objectivo de poupar 10% na conta da luz garantido imediatamente.

Quanto custa o stand-by lá em casa?
Se estás desconfiado com estes números, porque não fazes uma experiência de 5min lá em casa? Três passos:

1. Desliga (por uns minutos apenas) da tomada aparelhos que não contam para o stand-by (frigorífico, aquecedor, etc). Deixa apenas os equipamentos que costumam estar em stand-by lá em casa – deixa-os em stand-by, obviamente. Inclui aqui também os carregadores (de telemóveis, portáteis, etc) que costumam ficar esquecidos na tomada.

2. Vai até ao contador de electricidade e leva um cronómetro (por exemplo, o do teu telemóvel). Normalmente o contador encontra-se nas escadas do prédio (caso seja o caso). O contador costuma ter uma luz (normalmente vermelha) que pisca periodicamente (em períodos de maior consumo acende mais frequentemente). Cronometra quantos segundos demora entre dois piscares consecutivos  – toma nota. Procura também no contador quantos “impulsos por kWh” acontecem (por exemplo, nos contadores recentes da EDP, esse número é 3200 impulsos por kWh) – mais uma vez, toma nota desse número.

3. Finalmente, pega numa calculadora e faz a seguinte conta:

Caso tenhas tarifário EDP simples:

custo mensal do standby (em euros) =

333972/([segundos entre 2 impulsos] x [impulsos por kWh])

Caso tenhas tarifário EDP bi-horário:

custo mensal do standby(em euros) =

289008/([segundos entre 2 impulsos] x [impulsos por kWh])

Surpreendido? Desliga o stand-by e os carregadores!

Possivelmente ficaste surpreendido com o valor que obtiveste acima. Se sim, há alternativas simples de eliminares quase todo o custo do stand-by. Algumas ideias:

  • Em casa divisória (sala, quartos, etc) instala uma (ou mais) extensão com interruptor, à qual ligas os equipamentos que têm stand-by e os carregadores de telemóveis/portáteis. Podes comprar uma extensão com interruptor em qualquer grande superfície por 3€. Quando entras na sala/quarto ligas o interruptor e quando sais por períodos longos desligas o interruptor.
  • Há mesmo extensões com interruptor que se ligam/desligam à distância, por um comando remoto que pode controlar várias extensões na casa. Procura, por exemplo, no AKI.

A quais equipamentos deves ter mais atenção? No fundo, a todos! Excepto o telefone e um ou outro relógio lá em casa, tudo o resto pode ficar totalmente desligado quando não estás em casa, ou enquanto dormes, por exemplo.

No entanto, dá mais prioridade a alguns equipamentos: televisões; videos, DVDs, caixas set-top-boxes de tvcabo (meo, zon, etc); computadores; carregadores.

O desafio

Com muito raras excepções, o custo mensal do stand-by pode ser inferior a 0,90€. Aceitas o desafio?

Instala extensões com interruptor em todos os sítios em que encontrares stand-by ou carregadores. Verifica se, com todos esses interruptores desligados, as contas acima dão menos que 0,90€. Se não, investiga quais equipamentos menos óbvio ainda estão a gastar com stand-by.

Deixa-nos um comentário a dizer quanto conseguiste.