Archive for the ‘8. Poupar água’ Category

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Detergentes amigos do ambiente

25/03/2010

Dica enviada por um participante 10:10:
“acabei de experimentar uma marca «ecover», disponível nas grandes superfícies e que é amiga do ambiente, biodegradável e não poluente. Há um produto específico para cada caso (máq roupa e louça, amaciador,lava-tudo, wc) e estou muito satisfeita devido à boa qualidade.
Já agora, e a nível dos detergentes em geral, sugiro que usem somente metade das doses recomendadas (por ex: meia pastilha na máq louça). Fico tudo bem lavado na mesma e ao reduzir o gasto para metade, poupa-se o ambiente e muito dinheiro!”

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Lava o carro com balde e esponja, não com mangueira

27/02/2010

Lavar o carro com a mangueira implica gastar até 500 litros de água, quando esta tarefa pode ser facilmente feita com um balde e uma esponja, que reduzem esse consumo para 50 litros. Sim: dez vezes menos!

fonte: Quercus

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Não deixes torneiras a pingar

27/02/2010

Em casa, no trabalho ou num espaço público, não deixes as torneiras a pingar: à velocidade de uma gota por segundo, tal pode representar até 1000 litros por mês!

fonte: Quercus

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Evita banhos de imersão

27/02/2010

Um banho de imersão pode gastar até 180 litros de água. Muito mais que um duche.
Por isso evita os banhos de imersão. Idealmente, não os tomes de todo.

No duche, fecha a água naqueles minutos em que pões o champô e o gel de duche. Também podes poupar muitos litros aqui.

fonte: Quercus

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Fecha a torneira quando não precisas

27/02/2010

Lavar os dentes ou fazer a barba com a água a correr implica gastar entre dez e 30 litros desnecessários.
No duche, enquanto pões o champô e o gel, gastas ainda mais água desnecessária.

Com o simples gesto de fechar a torneira podes evitar uma grande parte da tua conta da água.

fonte: Quercus

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Lava a loiça na máquina

27/02/2010

Entre lavar a loiça à mão ou na máquina, opta pela máquina, desde que com carga completa: vais gastar entre 25 e 40 litros, cerca de cinco vezes menos que na lavagem à mão.

Quando estiveres a colocar a loiça suja na máquina, não tens de gastar sabão nem água, muito menos água quente! (Quem vai lavar a loiça, logo precisa de água quente e sabão, é a máquina, não tu.)

Experimenta o seguinte truque:
Molha o esfregão da loiça e usa-o para esfregar a sujidade sólida dos pratos, copos e talheres sujos para a pia. Não precisas de água, só quando o esfregão ficar seco – só voltas a molhá-lo com um pouco de água.
Sem restos de comida, coloca os pratos, copos e talheres na máquina – já fizeste tudo o que precisas, a máquina depois tratará de lavar a loiça.
No fim de tudo, põe uma gota de sabão no esfregão e passa-o por água.
Pensa na água e gás que pouparás todos os dias sem grande esforço.

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Prefere água da torneira a água engarrafada

26/02/2010

Prefere água da torneira a água engarrafada.

No restaurante, se te apetece beber água, não te sintas intimidada/o e pede um jarro ou copo de água da torneira.

Segundo um relatório da World Wide Fund for Nature de 2001, cerca de 1,5 milhões de toneladas de plástico são usadas para engarrafar cerca de 89 mil milhões de litros de água anualmente. E como fardo para o ambiente acresce a isto, naturalmente, a energia gasta na produção e no transporte destas garrafas.

A reutilização das garrafas de água é preconizada por muitos como uma alternativa ambientalmente positiva, mas, na realidade, à medida que as garrafas envelhecem aumenta a libertação de ftalato, um composto químico que torna o plástico mais flexível e, eventualmente, deletério para a saúde.

A criação de unidades locais de engarrafamento de água para minimizar os custos energéticos do transporte parece ser uma opção ambientalmente razoável, mas documentou-se já que isso prejudica a qualidade final da água.

A água da torneira é comparativamente mais barata do que a água engarrafada, e, num estudo realizado pela cadeia televisiva Showtime em 1999, 75% dos residentes nova-iorquinos preferiram a água da torneira à água engarrafada em prova cega.

As empresas municipais de distribuição de água são obrigadas por lei a proceder a controlos de qualidade, de nível químico e microbiológico, com maior frequência do que as empresas que engarrafam água, estando estas até livres de testarem a sua água para a presença do Cryptosporidium, um dos agentes microbiológicos veiculado na água responsáveis por vários surtos de doença intestinal em diversos locais do planeta.

Segundo o relatório anual de 2008 da EPAL referente à qualidade da água para consumo humano, das 1256 amostragens realizadas nas torneiras de habitações da cidade de Lisboa, em 99.89% cumpria-se os valores paramétricos globais determinados na lei nacional da qualidade da água para consumo humano.

Ainda assim, nem a água da torneira está livre de ser contaminada por determinados químicos ou microrganismos. Recentemente tem recebido maior atenção a utilização de filtros para a água municipal, aparentemente capazes até de remover o Cryptosporidium, sem necessitarem de quantidade significativa de energia para funcionarem, e com um preço final bem mais económico do que a água engarrafada. Talvez uma solução a merecer uma reflexão mais séria.